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November 19, 2019

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Questões: Revoluções Inglesas

Arquivo com todas as questões sobre Revoluções Inglesas. Clique aqui para baixar.

 

 

 

01 - (UEPA/2001)   

No período de 1649 a 1660, desenvolveu-se na Inglaterra o regime republicano. Em 1651 Cromwel procedeu à unificação da Inglaterra, Irlanda e Escócia, tornando-se lorde protetor da comunidade britânica. Ainda em 1651, o Parlamento votou os Atos de Navegação, segundo os quais:

a)     os dirigentes britânicos buscavam monopolizar o comércio e a navegação nos chamados sete mares, afetando diretamente a Holanda, detentora até então de enorme poder naval.

b)    os dirigentes ingleses determinaram que o transporte de quaisquer produtos de origem colonial, assim como das espécies monetárias, seria realizado por navios de países europeus.

c)     a Inglaterra declarava guerra à Holanda, uma vez que esta, buscando assegurar o poder naval, aprovou a legislação mercantil que criou as Companhias de Comércio.

d)    produtos como açúcar, tabaco, algodão, madeiras tintoriais, produzidos ou fabricados em colônias inglesas da América, da África ou da Ásia seriam livremente exportados, desde que em navios não-holandeses.

e)    ficou determinada a quebra do monopólio inglês sobre a navegação comercial mercantil, viabilizando a participação dos demais produtores e respectivas colônias, no transporte marítimo comercial.

 

 

02 - (UFC CE/2002)     

A Revolução de 1688, na Inglaterra, representou:

a)     a diminuição do poder exercido pelo Parlamento.

b)    a extinção do poder aristocrático com a adoção do voto popular.

c)     o restabelecimento do poder dos reis católicos, durante várias décadas.

d)    a derrota do Absolutismo, tornando o Parlamento soberano político da nação.

e)    a consolidação do poder do soberano, que podia suspender a execução das leis, em caso de guerra.

 

 

03 - (UFMA/1999)     

O despertar revolucionário dos ideais liberais ocorreu na Inglaterra. Foi lá que a burguesia chegou primeiro ao poder político e estabeleceu um regime parlamentarista.

Este processo é denominado:

a)    Segunda Revolução Industrial.

b)    Primeira Revolução Industrial.

c)    Revolução Inglesa do século XVII.

d)    Reforma Religiosa.

e)    Contra-Reforma.

 

 

04 - (UFMG/2001)     

O século XVII é decisivo na história da Inglaterra. … a época em que a Idade Média chega ao fim.

HILL, Christopher. O eleito de Deus. São Paulo: Companhia das Letras, 1988. p. 13.

Considerando-se que o marco tradicional do final da Idade Média é o século XV, tal afirmação sobre esse período da história inglesa justifica-se em razão da:

a)     derrota da Igreja Católica, com a ascensão do anglicanismo e sua adoção como religião oficial do Estado.

b)    instauração da república liberal e presidencialista, que se consolidou no poder, apesar da oposição monárquica.

c)     unificação da Inglaterra que, sob um monarca absoluto, superou a fragmentação política feudal.

d)    vitória da Revolução Inglesa, que aboliu direitos feudais e submeteu o rei ao poder do Parlamento.

 

 

05 - (FATEC SP/2005)   

Guilherme de Orange foi proclamado rei com o nome de Guilherme III, depois de ter assinado o Bill Of Rights, com as limitações impostas pelo Parlamento à monarquia.

 

Sobre essas limitações é correto dizer que:

a)     instituíam um ministério composto pela nobreza latifundiária e a burguesia urbana.

b)    instituíam o anglicanismo como religião oficial da Inglaterra e a tolerância a todos os cultos, o que foi confirmado pelo rei, apesar de ele ser católico extremado.

c)     combatiam a liberdade de imprensa, a liberdade individual e a propriedade privada.

d)    dispensavam a aprovação das Câmaras para o aumento de impostos.

e)    configuraram um conjunto de medidas que acabou por substituir a monarquia absoluta vigente por uma monarquia constitucional.

 

 

06 - (UFRN/2000)     

“Os Cabeças Redondas (round-heads) receberam esse nome pelo corte de cabelo que usavam: curto, de forma arredondada, desprezando a moda corrente dos cabelos longos entre os membros da corte... A partir das vitórias militares sobre os Cavaleiros, conseguiram a rendição do rei em 1646. Entretanto, Carlos I reorganizou seus soldados e recomeçou a guerra, sendo derrotado definitivamente pelos Cabeças Redondas de Cromwell. Preso, Carlos I foi julgado pela Alta Corte de Justiça a mando do Parlamento, sendo condenado à morte. Em janeiro de 1649 o rei foi decapitado em frente ao palácio de Whitehall, em Londres.”

HILL, C. O eleito de Deus: Oliver Cromwell e a Revolução Inglesa.

São Paulo: Companhia das Letras, 1988. p. 179.

Com relação aos fatos citados no texto acima, é correto afirmar que

a)     o Parlamento, ao executar o rei, atacava um princípio central do Estado Absolutista, que era a idéia da origem divina do poder real e de sua incontestável autoridade.

b)    os Cabeças Redondas defendiam não apenas a extinção do regime monárquico como também a luta armada contra nações que tivessem esse regime.

c)     a Revolução Inglesa questionava a legitimidade do Antigo Regime Monárquico e desencadeou uma série de revoluções, pondo fim ao Estado Moderno na Europa.

d)    a Revolução Inglesa estava afinada com os interesses da nascente burguesia, mantendo alguns privilégios da nobreza, ligada à Igreja Anglicana.

 

 

07 - (UNESP SP/1991)     

O “Ato de Navegação” de 1651 teve importância e conseqüências consideráveis na história da Inglaterra porque:

a)     favoreceu a Holanda que obtinha grandes lucros com o comércio inglês.

b)    Oliver Cromwell dissolveu o Parlamento e se tornou ditador.

c)     contribuiu para aumentar o poder e favorecer a supremacia marítima inglesa no mundo.

d)    considerava o trabalho como a verdadeira fonte de riqueza nacional.

e)    abolia todas as práticas protecionistas.

 

 

08 - (FGV/2001)   

É o governo puritano de Cromwell que realiza um ataque frontal aos interesses holandeses no Atlântico. Tal medida foi denominada:

a)     Commonwealth;

b)    Ato de Navegação;

c)     Declaração de Direitos;

d)    Petição de Direitos;

e)    Acordo de Comércio entre as Nações Amigas.

 

 

09 - (UFSM/2013)  

Sem leis e sem Estado, você poderia fazer o que quisesse. Os outros também poderiam fazer com você o que quisessem. Esse é o “estado de natureza” descrito por Thomas Hobbes, que, vivendo durante as guerras civis britânicas (1640-60), aprendeu em primeira mão como esse cenário poderia ser assustador. Sem uma autoridade soberana não pode haver nenhuma segurança, nenhuma paz.

 

Fonte: LAW, Stephen. Guia Ilustrado Zahar: Filosofia. Rio de Janeiro: Zahar, 2008.

 

Considere as afirmações:

 

I. A argumentação hobbesiana em favor de uma autoridade soberana, instituída por um pacto, representa inequivocamente a defesa de um regime político monarquista.

II. Dois dos grandes teóricos sobre o estado de natureza”, Hobbes e Rousseau, partilham a convicção de que o afeto predominante nesse “estado” é o medo.

III. Um traço comum da filosofia política moderna é a idealização de um pacto que estabeleceria a passagem do estado de natureza para o estado de sociedade.

 

Está(ão) correta(s)

a) apenas I.   

b) apenas II.   

c) apenas III.   

d) apenas I e II.   

e) apenas II e III.   

 

 

10 - (UFU/2013)  

Porque as leis de natureza (como a justiça, a equidade, a modéstia, a piedade, ou, em resumo, fazer aos outros o que queremos que nos façam) por si mesmas, na ausência do temor de algum poder capaz de levá-las a ser respeitadas, são contrárias a nossas paixões naturais, as quais nos fazem tender para a parcialidade, o orgulho, a vingança e coisas semelhantes.

 

HOBBES, Thomas. Leviatã. Cap. XVII. Tradução de João Paulo Monteiro e Maria Beatriz Nizza da Silva. São Paulo: Nova Cultural, 1988, p. 103.

 

Em relação ao papel do Estado, Hobbes considera que:  

a) O seu poder deve ser parcial. O soberano que nasce com o advento do contrato social deve assiná-lo, para submeter-se aos compromissos ali firmados.    

b) A condição natural do homem é de guerra de todos contra todos. Resolver tal condição é possível apenas com um poder estatal pleno.    

c) Os homens são, por natureza, desiguais. Por isso, a criação do Estado deve servir como instrumento de realização da isonomia entre tais homens.    

d) A guerra de todos contra todos surge com o Estado repressor. O homem não deve se submeter de bom grado à violência estatal.    

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