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Por que o feminismo é tão necessário

30.11.2015

Desde a Idade Média, as mulheres são submetidas a tratamentos inferiores e direitos menores que os dos homens. Isso foi, possivelmente, o início do machismo, que significa um exagerado orgulho masculino, a virilidade agressiva.

 

E como um trágico resquício, a sociedade permanece machista.

 

Acredito que ninguém em sã consciência acha bom ter medo de sair de casa ou de estar andando durante a noite e atravessar a rua por ter um homem do outro lado e não saber o que pode acontecer a você.

 

Que mulher nunca teve que mudar o trajeto por causa de um grupo de homens ou que engoliu uma cantada a seco por ser minoria ou por simplesmente não saber o que fazer?

 

Apelidos como "feminazi" não me afetam, e espero que não afetem vocês, leitoras, pelo simples motivo de estarmos lutando por uma causa nossa.

 

Se recebemos esses apelidos dos homens, é porque os incomoda.

 

O feminismo defende a igualdade de tratamento, o direito de ter controle sobre o próprio corpo e é contra qualquer tipo de opressão.

 

Aí vocês me dizem: "ah, mas essa situação já mudou. A mulher trabalha, vota e faz o que quer. O que acontece é apenas uma reação, ela faz o que quer como vestir um shortinho e não quer uma cantada na rua? Ação e reação".

 

Em primeiro lugar: a mulher trabalha sim, vota e ainda assim não recebe tanto quanto um homem (em muitos casos).

 

Em segundo lugar e o mais importante: a roupa usada jamais pode servir de justificativa para qualquer assédio.

 

Não é sem razão que essas cantadas já são crime em alguns países como a Bélgica e Peru. E há projetos de lei para criminalizá-las na Argentina.

 

Esperamos ter o Brasil em breve nesse grupo.

 

Vale a pena lembrar que pode ser considerado crime de injúria aqui no Brasil "se ela é excessiva, se ela passa a atingir a honra subjetiva da mulher com expressões grosseiras, xingamentos".

 

Então não é porque não é crime que se deve cantar uma mulher e um outro ponto importante é que 89% de nós não gostamos desse tipo de abordagem.

 

Por fim, recomendo o documentário Majorité Opprimée, feito por Eleonore Pourriat, que é uma simulação da inversão de papéis:

 

 

 

 

 

Fonte: http://www.brasilpost.com.br/luciana-gontijo/feminismo-necessidade_b_8684296.html

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© 2015 por História em Foco. Orgulhosamente criado por Jonatas Alexandre

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